sábado, 15 de outubro de 2016

Temer chega à Índia para participar de encontro de cúpula dos Brics



Presidente desembarcou na cidade de Goa acompanhado da primeira-dama.
Após almoço oferecido pela Firjan, ele terá reunião com os países do bloco.

Do G1, em Brasília
Temer e Marcela são recepcionados, na base aérea de Goa, pelo general Vilay Kumar Singh, ministro indiano para Assuntos Externos (Foto: Beto Barata/PR)Temer e Marcela são recepcionados, na base aérea de Goa, pelo general Vilay Kumar Singh, ministro indiano para Assuntos Externos (Foto: Beto Barata/PR)
O presidente Michel Temer chegou na manhã deste sábado (15) à cidade de Goa, na Índia, onde vai participar de encontro de cúpula dos Brics, bloco de países emergentes que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Temer desembarcou acompanhado da primeira-dama, Marcela Temer, e de ministros da comitiva brasileira, entre eles José Serra (Relações Exteriores) e Marcos Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços), além o secretário do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), Moreira Franco.









Na descida do avião, o presidente e a primeira-dama foram recebidos pelo general Kumar Singh, ministro da Índia para assuntos externos.
O primeiro evento do qual Temer participou em Goa foi um almoço oferecido pela Federação  das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro. À tarde, no horário local (8h30 a mais que Brasília), ao presidente vai participar do Fórum de Diálogo Índia, Brasil e África do Sul (Ibas).
Após o almoço, Temer deu uma entrevista coletiva na qual falou em intensificar as relações comerciais entre Brasil e Índia.
“Minha ideia é aumentar o relacionamento do Brasil com a Índia. Nós temos empresas aqui na Índia, mas são poucas, por enquanto. Empresas até de muito renome no Brasil e que têm uma presença muito expressiva aqui na Índia”, afirmou o presidente.
Temer participa de almoço em sua homenagem oferecido pela Firjan em Goa, na Índia (Foto: Beto Barata/PR)Temer participa de almoço em sua homenagem oferecido pela Firjan em Goa, na Índia (Foto: Beto Barata/PR)
Agenda
No domingo, o presidente dedicará a agenda aos encontros da cúpula, que terá como objetivos neste ano "institucionalização do bloco"; "implementação de decisões de encontros anteriores"; "integração entre mecanismos existentes"; "inovação de acordos"; e "continuidade de atos".
Após participar da cúpula, Temer terá a chamada reunião bilateral com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi. Há uma previsão de que os dois almocem juntos e assinem atos de cooperação entre o Brasil e a Índia nas áreas agrícola e ambiental.
Na última terça (11), o porta-voz da Presidência, Alexandre Parola, afirmou que a visita de Temer a Narendra Modi tem como objetivo "reforçar a presença brasileira na Ásia".
Parola disse ainda que a reunião do Brics é uma oportunidade de o presidente Temer mostrar "o novo Brasil" que, segundo ele, o governo está construindo, com "maior credibilidade e responsabilidade fiscal".
Japão
Encerrada a agenda na Índia, Temer seguirá, na noite do dia 17, para Tóquio, capital do Japão, onde deverá desembarcar na terça (18), e terá, ao longo do dia, reuniões na embaixada brasileira na cidade.
Esta será a primeira visita de um chefe de Estado brasileiro ao país asiático em 11 anos. Em novembro de 2015, a então presidente Dilma Rousseff chegou a marcar uma viagem ao país, mas a cancelou, o que gerou um mal-estar diplomático.
Para o dia 19, estão previstos na agenda do presidente uma reunião com o imperador Akihito, no Palácio Imperial, e um almoço com empresários brasileiros e japoneses (no qual Temer buscará atrair investimentos estrangeiros).
Já no dia 20, último dia da viagem internacional, Temer deverá se reunir com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, para, em seguida, embarcar de volta ao Brasil. A previsão é que o presidente chegue a Brasília na sexta (21).
 Postado  por Carlos PAIM

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Na quarta viagem internacional, Temer vai à Índia para cúpula do Brics


Presidente embarcará na madrugada desta sexta; ele também irá ao Japão.
Primeira-dama, Marcela Temer, deve compor comitiva brasileira na viagem.

Luciana AmaralDo G1, em Brasília
O presidente Michel Temer e a primeira-dama Marcela Temer  (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)O presidente Michel Temer e a primeira-dama Marcela Temer (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)













O presidente da República, Michel Temer, fará nesta semana sua quarta viagem internacional desde que assumiu o cargo e embarcará, na madrugada desta sexta-feira (14), para Goa (Índia), onde participará, nos dias 15 e 16, da cúpula do Brics, grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Desde 31 de agosto, quando assumiu como presidente, em razão do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, Temer já viajou à China, onde participou da cúpula do G20; aos Estados Unidos, para a Assembleia Geral da ONU; e, em uma viagem relâmpago de um dia, à Argentina e ao Paraguai, para se reunir com os presidentes dos dois países.
Pela programação, informada pela assessoria de imprensa da Presidência, além da cúpula do Brics nos dias 15 e 16, Temer se reunirá, no dia 17, com o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.

Mesmo ainda sem confirmação oficial, a Secretaria de Imprensa já informou que há a previsão de a primeira-dama, Marcela Temer, compor a delegação brasileira.

Embaixadora do programa Criança Feliz, Marcela deverá fazer sua estreia em viagens internacionais oficiais e participar de um evento com as primeiras-damas dos países do Brics, na Índia.

Além de Temer e Marcela, a comitiva brasileira deverá ser composta pelos ministros José Serra (Relações Exteriores), Henrique Meirelles (Fazenda) e Marcos Pereira (Indústria, Comércio Exterior e Serviços) e pelo secretário do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), Moreira Franco.

Brics
A VIII Cúpula do Brics está marcada para os dias 15 e 16, em Goa, no oeste da Índia. A previsão é que o presidente Temer chegue ao país na manhã de sábado para participar, já no período da tarde, do Fórum de Diálogo Índia, Brasil e África do Sul (Ibas).

No domingo, o presidente dedicará a agenda aos encontros da cúpula, que terá como objetivos neste ano "institucionalização do bloco"; "implementação de decisões de encontros anteriores"; "integração entre mecanismos existentes"; "inovação de acordos"; e "continuidade de atos".

Após participar da cúpula, Temer terá a chamada reunião bilateral com o primeiro-ministro indiano, Narendra Modi. Há uma previsão de que os dois almocem juntos e assinem atos de cooperação entre o Brasil e a Índia nas áreas agrícola e ambiental.

Na última terça (11), o porta-voz da Presidência, Alexandre Parola, afirmou que a visita de Temer a Narendra Modi tem como objetivo "reforçar a presença brasileira na Ásia".

Parola disse ainda que a reunião do Brics é uma oportunidade de o presidente Temer mostrar "o novo Brasil" que, segundo ele, o governo está construindo, com "maior credibilidade e responsabilidade fiscal".

Japão
Encerrada a agenda na Índia, Temer seguirá, na noite do dia 17, para Tóquio, capital do Japão, onde deverá desembarcar na terça (18), e terá, ao longo do dia, reuniões na embaixada brasileira na cidade.

Esta será a primeira visita de um chefe de Estado brasileiro ao país asiático em 11 anos. Em novembro de 2015, a então presidente Dilma Rousseff chegou a marcar uma viagem ao país, mas a cancelou, o que gerou um mal-estar diplomático.

Para o dia 19, estão previstos na agenda do presidente uma reunião com o imperador Akihito, no Palácio Imperial, e um almoço com empresários brasileiros e japoneses (no qual Temer buscará atrair investimentos estrangeiros).

Já no dia 20, último dia da viagem internacional, Temer deverá se reunir com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, para, em seguida, embarcar de volta ao Brasil. A previsão é que o presidente chegue a Brasília na sexta (21).

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Crise questiona a posição dos BRICS como potências emergentes


Problemas fazem minguar as expectativas depositadas nas cinco economias

Trabalhadores passeiam diante da indústria petroquímica em Camaçari, no Brasil BLOOMBERG
Com apenas a exceção da Índia, os países emergentes que mais ganharam força nos últimos anos enfrentam problemas que questionam seu papel na economia mundial. Quando em 2001 se cunhou o termo BRICS, este grupo de cinco potências formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul emergiu como um bloco sólido, a grande promessa de crescimento inabalável. Mas a crise mundialtambém os afetou, em maior ou menor medida. Cada um carrega um fardo diferente, do excesso de dívida aos problemas de suas moedas. Ainda são potências emergentes, mas seus caminhos se separaram.
Em 2009 o Comitê Olímpico Internacional conferiu ao Rio de Janeiro os Jogos olímpicos que terminam neste domingo. Um ano depois, a economia brasileira crescia 7,5% e o país se posicionava como nova superpotência mundial. Se na escolha das sedes dos grandes eventos esportivos estão subjacentes critérios geopolíticos, as decisões mais recentes atestam que há pouco mais de cinco anos os BRICS eram imparáveis: Brasil, Rússia, China e África do Sul foram os eleitos a partir de 2008 para acolher todos os grandes eventos esportivos, da Olimpíada à Copa do Mundo. Mas hoje esse protagonismo internacional murchou.










O crescimento da África do Sul, que superou a barreira de 3% em 2011, de acordo com o FMI, levou a uma forte expansão na infraestrutura, fundamental para a modernização do país. Mas agora a falta de manutenção, em razão da piora da economia - o FMI prevê para 2016 um fraco crescimento de 0,1%-, cobra a conta: "As interrupções do fornecimento de energia são tão frequentes e de tal magnitude que prejudicaram seriamente a produção industrial", garante Six. Outro fator que minou o desenvolvimento sul-africano, insiste, tem sido a "instabilidade das relações trabalhistas, que com frequência resulta em greves [como a do setor petrolífero no início deste mês] e violentas manifestações". 


entanto, Duce ressalta que o aumento das exportações de ouro, um ativo de refúgio diante da atual incerteza dos mercados, poderia servir como base para uma lenta recuperação.

Postado por Carlos PAIM

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Ações chinesas recuam nesta terça-feira após alta na véspera

As ações chinesas caíram nesta terça-feira (23) com os investidores realizando lucros após os ganhos de 2% da sessão anterior, mas alguns analistas esperam que os compradores retornem antes da reunião do Legislativo do país no próximo mês.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,95%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,79%.
A maioria dos setores caiu, mas as ações de matérias-primas e de energia ampliaram a alta recente diante da recuperação global dos preços de commodities e petróleo.
No Congresso Nacional do Povo, os líderes chineses vão apresentar relatórios de trabalho e o plano de desenvolvimento econômico dos próximos cinco anos será finalizado.
No restante do continente, as ações recuaram da máxima de sete semanas com a reversão da alta do petróleo que vinha impulsionando as ações globais.
Às 7h28 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão caía 0,29%, após subir mais cedo 0,4% e atingir a máxima desde 8 de janeiro.
Depois de subir até 7% na segunda-feira com as especulações da queda da produção de petróleo não convencional nos Estados Unidos, os preços do petróleo recuavam nesta terça-feira com preocupações de que qualquer corte na produção dos EUA pode ser compensada pelo aumento da produção no Irã.
Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 0,37%, a 16.052 pontos.
Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,25%, a 19.414 pontos.
Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,79%, a 2.903 pontos.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,95%, a 3.089 pontos.
Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,11%, a 1.914 pontos.
Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 0,10%, a 8.334 pontos.
Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,43%, a 2.672 pontos.
Em SYDNEY, o índice S&P/ASX 200 recuou 0,43%, a 4.979 pontos.


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Bolsa de Xangai volta a recuar e fecha em queda de quase 7%

A Bolsa de Xangai encerrou a sessão de terça-feira (26) em forte queda de 6,42%, em consequência das vendas em massa de ações, em um clima de pânico geral. O desempenho dos índices foi negativo mesmo diante das novas injeções de liquidez do Banco Central.
O índice composto de Xangai perdeu 6,42%, ou 188,72 pontos, a 2.749,79 unidades.
Na Bolsa de Shenzhen, segundo mercado financeiro da China continental, o índice teve perda ainda mais expressiva: 7,12%.
Mais cedo, o Banco Central da China (PBOC) injetou 440 bilhões de yuanes (US$ 67 bilhões) no sistema financeiro para responder à crescente necessidade de liquidez antes das festas do Ano Novo lunar.
Até hoje, as bolsas chinesas estavam vivendo um período de relativa estabilidade depois da crise do início do mês, quando os pregões do país estremeceram o mundo com perdas superiores a todo o ganho de 2015.
A demanda de dinheiro aumenta no país um pouco antes do Ano Novo chinês (o ano do macaco terá início em fevereiro). Neste período, as empresas pagam aos funcionários os salários e bônus anuais e os chineses aumentam as compras.
A Bolsa de Shenzhen, a segunda em importância do país, também viveu um dia similar e o índice de referência SZSE Component chegou a acumular perdas de 6,96% (708,98 pontos), fechando em 9.483,55.
A China tentou então de aplacar as perdas com um novo mecanismo de "circuit braker" do mercado que estreou neste mês de janeiro e que dias depois foi suspenso por provocar o efeito contrário ao desejado.
A Bolsa de Tóquio também encerrou a sessão de terça-feira em baixa de 2,35%. O índice Nikkei perdeu 402,01 pontos, a 16.708,90 unidades.
Bolsas europeias
As bolsas europeias também abriram em queda nesta terça. O índice português PSI20 recuava 0,2%, mas é um dos que menos caíam na Europa, que segue a tendência negativa do preço do petróleo e dos mercados asiáticos.
O índice DAX-30 da Bolsa de Valores de Frankfurt abriu em baixa de 1,28%, aos 9.611,84 pontos.
O índice da Bolsa de Valores de Milão, FTSE MIB, começou em queda de 1,52%, aos 18.358,92 pontos.
Já o índice geral, o FTSE Italia All-Share, caía 1,45% na abertura do pregão, para 20.012,77 pontos.
O índice seletivo CAC-40 da Bolsa de Valores de Paris abriu nesta terça-feira em baixa de 1,6%, aos 4.242,14 pontos.
O índice principal da Bolsa de Valores de Londres, o FTSE-100, recuava 1,41%, aos 5.793,93.